Para que serve o seu Longboard?

Em busca de informações relevantes para quem passa pelo blog aqui vai uma aula completa sobre decks de longboard.

Trucks para Longboard - Tudo ou quase tudo que você precisa saber

Para muitos não fazem diferença, já outros dizem ser a alma do skate.

[Video] Derek Rabelo - Blind Downhill Longboarder

Derek Rabelo conta com exclusividade para o euamolongboard como tudo começou.

Da borda à alma.

Tudo ou quase tudo que você precisa saber sobre rodas de longboard.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Gravity Skateboards - Surf, Skate, Style

Shaun Donovan é um skatista e surfista patrocinado pela Gravity, é conhecido por andar bem tanto em terra como na água. Aqui você vê Donovan exibindo um pouco do seu estilo e também descobre o que o inspira.

Setup: 42" Mini Carve, Randal 150s, 76mm 77a Hi Grades

Links:


Equinox Ep.3: Gulf Islands

Terceira parte da serie Equinox se passa nas "Gulf Islands". Traduzindo, As Ilhas do Golfo são as ilhas do Estreito de Georgia (também conhecido como Mar Salish ou o Golfo da Geórgia), entre Vancouver Island e do continente de British Columbia, no Canadá.

Para saber mais sobre as Ilhas: http://www.gulfislands.com/

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Longboarding: Magic Pants Too

Stephen e Avery juntos em um freeride e DH através dos vales de Ohio.

Song: Afternoon
Artist: Youth Lagoon
Film/Edit: Nathan Murray
Rybioko Productions 2012

Scarecrowding with Carlos Villarín

Muito legal! Uma boa ideia junto com uma boa produção e um boa rider, simples? Não porque não é sempre que se faz um vídeo juntando esta formula! Está cada vez mais difícil encontrar vídeos interessantes para postar, tudo se repete muito. 

Minha pergunta pra você que insiste em não usar capacete: Se até o espantalho que tem cabeça de palha usa, porque você não usa? O que você tem na cabeça???

Film and edit: Tr3senlinca – Angel Ruiz, Arturo Sanchez
Rider: Carlos Villarín



International Downhill Federation - Federação Internacional de Downhill.


Grande novidade no mundo do Downhill. As principais figuras do esporte se uniram para formar a Federação Internacional de Downhill.
Esta organização é sem fins lucrativos, democrática e formada por pilotos que buscam uma melhor estrutura. Surgiu devido a frustração que muitos pilotos têm experimentado no circuito IGSA. A federação já garantiu algumas corridas de alto nível que seguem abaixo:

Whistler Longboard Festival (Canada)
Brittania Classic (Canada)
Newton’s Playground (Australia — Formerly IGSA)
Mount Kiera (Australia  - Formerly IGSA)
Peyragudes Deluxe Cup (France  - Formerly IGSA)
Bo Peep Crash and Burn (England  — Formerly IGSA)

A diretoria da Federação postou em sua página do facebook sua formação:


Cyrille Harnay aka koma kino (organizador do Peyragudes Deluxe Cup e Ex-diretor da European IGSA)
Norman Kinnish (organizador do Eastbourne Speed Days Ex-diretor da IGSA Race)
Gregory Martin (2004 streetluge World Champion e organizador do Wunderbarr race e Koffee Schnaps race)
Kevin Reimer  (2009–2010 IGSA Downhill Skateboard World Champion)
Lee Cation (organizador do Whistler Festival e Brittania Classic)
Haggy Strom.(Presidente da ASRA, organizador do Newton’s playground race e Mount Kiera race)

Links:

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Black and Jimmy

Jimmy Riha em um freeride versão preto e branco.
Jimmy é patrocinado por Arbor Skateboards, Gullwing Truck Co, Advanced Slide Labs, Gator Grip.

Film/Edit: Aussie Gabe


2 FAST 2 SAFE (Jake Fast and Alvaro Bajo)

Um vídeo que mistura skate, moto e muita velocidade com Jake Fast e Alvaro Bajo.
Alvaro tinha este projeto na manga e esperou Jake ir até a Espanha para realiza-lo, assim uniu duas de suas grandes paixões.

Skaters: Jake Fast (Rayne Vandal / Caliber 44º / Rayne Wheels Freeride). Alvaro Bajo (Rayne Vandal / Caliber 44º / Cult Traction Beam).

Bikers: Alvaro Bajo (Ducati Monster 696) Bosco Arambarri (Suzuki Gsx R 600)

Film: MainOut.
Edit: Alvaro Bajo.
Song: Fatboy Slim - Ya Mama.

West Coastin' - So Cal

Juro que esperava um pouco mais em termos de qualidade de produção, isso se faz justo pela expectativa criada na serie anterior, Endless Roads, e outros vídeos produzidos por Juan Rayos. 

West Coastin é um documentário de cinco meninas viajanmdo até a costa oeste para o primeiro all-girls Maryhill. Ishtar Backlund, Pam Diaz, Daisy Johannes, Marisa Núñez, e Amanda Powell. Amanda se encontrou com Adam Colton em seu apartamento em Santa Monica e planejaram uma viagem ao norte, a partir de Los Angeles e terminando em Maryhill, parando em muitos pontos de skate ao longo da rota . Este primeiro episódio mostra algumas das colinas do sul da Califórnia, atingindo pontos em Malibu e Santa Bárbara que Amanda e Daisy já conheciam. As meninas mergulharam em uma viagem de duas semanas sem qualquer programação, somente para andar de skate e se divertirem ao máximo e é isso que você vai ver aqui.

Music:
Promoe - Fit you haffi fit 
Comfort fit - Elbow
Munno - Still

Filmed by: The girls
Edited by: Pam Díaz & La Isla





Tá chegando....

 


 

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Thiago Nobre Longboarding JF



"Deslizar não é só um esporte!
Seguindo essa linha, Thiago Nobre decidiu viajar alguns quilômetros em direção as montanhas onde nasceu a Balian. Juiz de Fora é uma cidade média situada entre Rio, São Paulo e Belo Horizonte.
Escondida entre montanhas Thiago encontrou lá uma cultura de skate acolhedora, com muitos adeptos, cada um na sua onda, shape e rolé. 
Aqui você vê Thiago fazendo a sua com seus amigos locais Caio Cezar, Ramon Leal, Bruno Marra, Pedro Augusto e os monstrinhos Felipe Krepk, Iury Pedrosa, Arthur Rocha, Diego Gonzales and João Vitor Alves. É um festival de slides ao redor das ladeiras da cidade.
Esse vídeo captou a simples idéia de "preocupe-se menos e divirta-se mais". Evolução vem naturalmente, assim como o tempo e se menosprezar o tamanho, fica pra trás!"



quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Riviera Skateboards: WELCOME TO THE FAMILY AMANDA POWELL!

Adjetivos para Amanda Powell são muitos então vou deixa-los para vocês. Depois de trocar a Loaded pela Sector 9 sete meses atrás, agora Amanda passa a fazer parte da Riviera. Motivos? Ainda não sei, Amanda não atende meus telefonemas!!! 

Amanda tem desempenhado um papel fundamental no crescimento do skate downhill feminino ao longo dos últimos anos e tem um talento inegável para o skate. Além do fato de que ela desce as colinas sem hesitação, seu estilo elegante e bonito de "footwork" faz com que seja sempre agradável assisti-la.

A Riviera assumiu um compromisso de ajudar Amanda viver seus sonhos e ajuda-la a continuar crescendo no mundo do skate feminino! Agora é aguardar as novidades que com certeza vem por ai.



Fall Longboarding 2012 | BeastCoastBoarding

Vídeo da Beast Coast para Original. Seguindo a linha de boas locações, boa trilha e muito freeride!

Riding// Jeff Adams | Brian Henrysen | Andrew Collins
Filming// Jeff Adams (w/ Brian Henrysen)
Music// Alt-J (∆) - Dissolve Me

Boards & Setups// ORIGINAL SKATEBOARDS
Apex 40 Diamond Drop {Caliber 10" 50* [White and Black]} w/ wheels......
Apex 37 Double Concave (Prototype) {Caliber 10" 50* Black} w/ 86a Fat Frees
Arbiter 36 {Randal R-11 50* 180mm Japan Reliefs} w/ 78a Grippins

Ohio - Landyachtz Midwest Tour

Landyachtz "crew" passa por Ohio e Cleveland para aproveitar o skate em diferentes ocasiões. Os caras vão deste as ruas até um estádio de futebol. Como sempre estes caras da Landy colocam a diversão em primeiro lugar.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

the Teeth of Doom

Nunca andei em um "ditch", mas tenho certeza que é algo que vou gostar de fazer algum dia quando tiver a oportunidade. Por falar nisso alguém aí já teve esta experiência? Conta pra gente!


Swamp Machine Over Frothane

Em ação as Swampys, rodas da marca australiana Early Skateboards.
Para mais informaçãoes: Swampys

Gravity Skateboards - Brad Edwards - Slide Style

Brad Edwards além de mandar bem em skate parks e ditches, mostra que em uma ladeira as coisas não mudam de figura, estilo e fluidez acompanham Brad para qualquer lugar que ele vá.

Fall Longboarding in Ohio

Compilação das melhores cenas da temporada de vídeos da FreshlyPaved.

Song: D.O.A. 
Artist: Jay-Z
Film/Edit: Niko Tatakis. Riders: Michael Virgin, Liam Campbell, Deming Haines, Niko Tatakis, Clay Payne, Perry Finley
Additional Film: Michael Virgin, Perry Finley

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Equinox Ep.2: All Caught Up

Parte 2 da série Equinox da BCcollective.

Patrocinadores:
Loaded Boards
Orangatang Wheels
Rayne Longboards
Comet Skateboards
Riptide Bushings
Skate Slate
Switchback Longboards

SK8 /1 Misson Alphaville

A SK81 apresenta sua equipe de Riders: Cris Punk, Felipe Moino, Gabriel Mendes e Luciano PT em uma session em Alphaville, São paulo. A produção ficou a cargo da Street Light.

Ainda não conhece a SK81, só clicar aqui! Se você está procurando por trucks minha dica é o Randal 180mm que esta por R$165 e ainda tem frete grátis!!!



sábado, 20 de outubro de 2012

Extensores de Eixo


Muitos aqui já devem ter visto, talvez alguns até tenham tentado e usado, ou ainda usam, a estes peço opiniões caso tenham, e ao que não viram, estou aqui para falar dos extensores de eixo, um produto inteligente que torna aquele seu truck ainda mais versátil.

Os extensores possuem uma construção bem simples, e as vezes até relativamente fácil de ser feita ou copiada. Falo copiada, pois pelo que me parece a Surf-Rodz primeira idealizadora do projeto e até onde eu sei é a única que veio comercializa-lo, porém não dispõem mais desta peça para venda em seu site oficial.

A Surf-Rodz, quando comercializava as peças, dispunha de duas ou três opção até onde me recordo. Ambas eram de encaixe em truck com eixo de 8mm, porém haviam duas possibilidade de adaptação, uma que o eixo continuava a ter o mesmo diâmetro como o da foto ao lado, e outro que era um pouco menor porém redimensionava o eixo para o diâmetro de 10mm. 

Uma pena a Surf-Rodz parar de fabricar ou somente comercializar as peças, pois uma pessoa que tem um truck 150mm pode com essa adaptação se assim posso chamar, ter um truck de 180mm ou as vezes até mais, algo que na minha opinião é bem legal pois te tira da zona de conforto, mudando seu jeito de andar e te deixando apto a novas situações.

Sempre tive a curiosidade de ultilizar  os adaptadores, mas nunca tive a oportunidade de compra-los e como agora não tem mais essa possibilidade vou ser obrigado a me aventurar a tornear alguns cilindros pra buscar mais um pouco de diversão no long. Realmente não sei qual vai ser a mudança de comportamento no long pois tenho um Randal 180mm e qualquer 10mm de cada lado vai fazer um diferença brutal.

Aos aventureiros que gostam que fazer com as mãos coisas relativamente simples como eu, vale ressaltar que na peça existe um parafuso que mosqueia (trava) a peça no eixo do truck, evitando assim que a mesma se mova. Abaixo segue um projeto de um extensor de 10mm e uma foto com os modelos de extensores disponibilizados pela marca.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Tyler Peterson-Gillingham, Don't Stop


O verão no hemisfério norte vai chegando ao fim, mas antes das temperaturas começarem a cair de verdade Tyler Peterson surge descendo as ladeiras de Vancouver.

FILM/EDIT:
Brock Newman

RIDER:
Tyler Peterson-Gilingham

Rayne Vandal, Aera Trucks, Sector 9 Wheels, Vicious Grip

MUSIC: 
ODESZA - Summer's Gone - Don't Stop 

 

LONGBOARDING - Who is Paul Kent?

Uma  entrevista para você conhecer um pouco mais de Paul Kent, um skater muito inspirador. Longboarder profissional, skater de longa distância, detentor do recorde mundial, aventureiro, pai, marido, professor, escritor, vegetariano convicto e etc. É ele o cara que junto com Adam Colton e Aaron formam a equipe da série long treks on skatedecks.

O que te anima sobre percorrer  longas distâncias de skate?
O cheiro do ar da montanha no início, no meio do nada, após patinar durante a noite ou depois de dormir em um pequeno abrigo apertado. É a aventura do velho mundo. Gosto de corridas de distância, porque eu gosto do desafio mental. É como xadrez, mas contra os outros pilotos, o curso, meu corpo, e acima de tudo a minha mente. Eu gosto de skate em longas distâncias porque eu gosto de testar meus limites pessoais. Fisicamente, mas principalmente eu gosto do desafio mental. Eu gosto da luta. Eu gosto de como eu me sinto depois de me motivar para remar através de meus medos, dúvidas e minha dor. Isso me faz sorrir.

Onde mora?
Calgary Alberta, ou um saco de dormir por dois meses no ano.

Tem Animais de estimação?
Você conta um criança de três anos como animal de estimação?

Decks que prefere?
Vendetta, às vezes killswitch

Terreno favorito para andar de skate?
Apertados, caminhos técnicos, como trickle Creek Golf Course.

Corrida/ Evento / Local para andar?
Hum, provavelmente San Fermin, Pamplona

O que está tocando no seu iPod?
Eu dei o meu Ipod.

O que você deve fazer antes do fim dos tempos?
Comer no restaurante no fim do universo

Entrevista completa aqui: http://www.silverfishlongboarding.com/Interviews/who-is-paul-kent



Sangue no Asfalto Zero

Made in Brazil, mostrando espaço no exterior.
Vídeo de feito em Juiz de Fora, mostrando muita imagem bacana de um cenário que retrata fielmente a realidade de algumas estrada desse Brasil. Abaixo segue o que foi dito pelo Luciano de Azevedo, mentor do vídeo:

Juiz de Fora, a city surrounded by mountains and many rabid dogs on the roads!
Try to gather all the essence and sounds that unite this amazing hang out to nearly 90Km/h!
Three roads were massacred by our riders! 

I present to you the stake Zero, where it all began!

We would like to thank The Black Block, Eme creations, Loaded, Orangatang, Sync, Pegasus Skate Shop, Necta Boards, HazingHomies, So High Skate Shop and Magnacard! And Marco Aurelio for all inventions DIY! without them our video would not be the same!

(Tradução:  Juiz de Fora, uma cidade rodeada por montanhas e muitos cães raivosos nas estradas! 
tentamos reunir toda a essência e os sons que unem esta incrível sensação de estar a quase 90 km / h!
três estradas foram massacrados por nossos riders! Eu apresento a vocês a estaca Zero, onde tudo começou!
Gostaríamos de agradecer ao The Black Block, Eme creations, Loaded, Orangatang, Sync, Pegasus Skate Shop, Necta Boards, HazingHomies, So High Skate Shop and Magnacard! And Marco Aurelio for all inventions DIY! sem eles o nosso vídeo não seria o mesmo!)
Teaser  . Video  . Extra


Abração a todos

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

UDmag: danse with me n°4

DWM # 4 é o novo episódio da série de Longboard criada por Laurent Perigault. Para esta quarta obra, o Longboard se torna ainda mais fascinante devido a plasticidade do Dancing junto com algumas performances, até certo ponto hilárias. Com uma trilha sonora marcante, bem anos 80, que se apropria das ruas da cidade da luz dando um charme todo especial a cena do Longboard parisiense.

Rider: Laurent Perigault



Nova GoPro HERO3

Nova GoPro HERO3, ainda melhor para filmar nossas session!

Wi-Fi habilitado HERO3: Black Edition é a GoPro mais avançada, é 30% menor, 25% mais leve e 2x mais poderoso do que os modelos anteriores. O built-in Wi-Fi também capta 48fps ultra-largas 1440p, 1080p 60 fps e 120 fps de vídeo 720p e fotos de 12MP a uma taxa de 30 fotos por segundo.


Alguns dos novos benefícios comparado ao modelo mais antigo incluem:

-Qualidade profissional de HD vídeo e fotos de 12MP

-Built-in Wi-Fi permite o controle remoto incluído via Wi-Fi remoto ou visualização de vídeo ao vivo e controle remoto em smartphones e tablets rodando o grátis GoPro app.

-Compatível com todas as montagens GoPro para prender no corpo, capacetes, veículos e muito mais

-Compatível com os mais antigas gerações de BacPacs ™

-Novas configurações avançadas da câmera de vídeo: Looping, Foto contínua, controle manual de balance, Modo Protune, permite tirar fotos enquanto grava vídeo e muito mais.







quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Produtos Piratas: Abram os olhos!

O mercado do skate Longboard cresce vertiginosamente dia após dia. Acompanhamos esta alavancagem há três anos, porém neste ultimo ano o salto está sendo ainda maior.

As marcas de skate percebendo este movimento passaram a desenvolver novos produtos com mais agilidade para suprir estas novas demandas. Estão investindo cada vez mais em tecnologia, pesquisa com os consumidores, pesquisa de matérias primas, formação de times de atletas, equipes para produção de vídeos, artistas para ilustrar seus decks e etc. Enfim, estas marcas tem seu lucro e em troca dão ao mercado, aos atletas sejam profissionais, amadores ou apenas praticantes, um retorno em qualidade e garantia destes produtos. Isto sem falar nos patrocínios e anúncios em medias especializadas, organização e apoio em campeonatos, ações sociais e etc.  

O que você acha de marcas que apenas visam lucro e não dão nenhum retorno ao esporte? Marcas que apenas copiam, "pirateiam" tudo que empresas sérias pesquisaram, desenvolveram e testaram em um processo que dura meses e até anos. Estas marcas apenas roubam do esporte, da nossa comunidade e de você. Fazem equipamentos com matéria prima inferior, com uma capacidade de produção absurda e inundam o mercado com produtos ruins. Pensem, prestem atenção antes de escolher uma marca ou produto. O preço não pode ser o principal critério na hora da sua escolha, porque o prejuízo um pouco á frente será bem maior.

O skate sempre me deu muito mais do que me tirou. Apoiar as marcas que apoiam nossa comunidade é o minimo que podemos fazer para retribuir. Um consumo com um mínimo de consciência forma profissionais, marcas e atletas.
A partir daqui tirem suas próprias conclusões, a escolha é sua!

Signal Hill Speed Run - 1975-1978

Signal Hill Speed Run foi o primeiro evento do mundo de Downhill e um dos eventos que resultou no moderno X-Games. Ocorreu de 1975-1978 em Signal Hill, Califórnia, marcando uma página importante na história do esporte. Muitos dos campeonatos de velocidade tem suas raízes inspiradas no Signal Hill. 

Em julho de 2010, a Signal Hill Redevelopment Agency e a Tunnel Products firmaram um acordo para produzir um vídeo documentário sobre o Speed ​​Run Signal Hill, realizado de 1975 a 1978. O filme está em fase de conclusão. Para mais informações você pode ir na página do Signal Hill no Facebook.

Cartaz do evento
Greg Mitre em 1976 no Speed Run. Photo by Bobby Smith. 
Em 1976 Sam Puccio Jr. faltou o batismo de sua filha para competir, deitado de costas em um skate caseiro formado de uma prancha de dois por seis, cronometrou 54 mph, ganhando os US $ 1.000.

Puristas do skate alegaram  que o verdadeiro skate significava estar em seus próprios dois pés, enquanto outros disseram que as regras não proibirem o estilo único de Puccio.

Puccio é creditado como sendo o primeiro a competir em um estilo street luge, então conhecido como lay-down skate, um esporte que fez o seu caminho para o X Games da ESPN em 1995.

Prêmio de 1.000,00 dólares para o vencedor Sam Puccio Jr.  
Foi a partir deste evento que o downhill começou a mudar em termos de desenvolvimento de produtos, incentivando o esporte como um todo, incluindo corridas de luge e a introdução de mulheres para o esporte. 

Em 1977 uma polêmica se seguiu quando Leslie Jo Ritzma queria se inscrever no campeonato. "Eu perguntei se havia mulheres na corrida, e eles me disseram que não foram autorizadas a entrar. Pensei que era estúpido", lembra ela. Depois de apelar, ela foi autorizada a competir, mas ela nunca tinha feito qualquer tipo de skate downhill. Ela teve tempo suficiente para praticar antes do evento, fazendo um Downhill de 51 mph. Foi o suficiente para colocá-la no Guinness Book como a mais rápida skatista mulher do mundo.


Don Beaumea dando autografos em 1978.


Visão da ladeira
Para encerrar a polêmica, foram criadas divisões separadas, modificados e stand-up, para o evento de 1977. Isso ajudou a igualar as condições de disputa. Também em 1977 a corrida teve uma nova classe de veículos chamados de skate-carros, de aspecto futurista os skates fechados tinham direção por cabos, freios de atrito e pára-quedas para parar. Volantes não eram permitidos.

Michael McCreary no Signal Hill  de 1978. Photo by Jim O'Mahoney.

Hoje o luge e o skate downhill são populares no mundo todo, mas tudo que se faz hoje em termos de campeonatos se remete ao Signal Hill. Vendo os vídeos daquela época chegamos a conclusão de quão eram loucos aqueles skaters, eles desafiavam a morte em cada descida com equipamentos improvisados, skates caseiros e modelos estranhos feitos por eles mesmos.

Guy Grundy. Photo Don Beaumea.

Carro levando os competidores morro acima

Chuy Madrigal em 1976, correndo de braço quebrado com uma proteção de fibra de vidro feita por David Dillberg. 

Abaixo dois vídeos bem interessantes que mostram como eram os eventos e como público e riders corriam sérios riscos. Hoje este tipo de amadorismo não cabe mais dentro das competições de skate, a segurança é uma a prioridade e um pilar fundamental para o desenvolvimento do skate Downhill. 





Gone Fishin' with David Yang and the Ratmobile - Bustin Boards Custom Longboards

David Yang durante as últimas semanas gastando seu Ratmobile pela cidade de Nova Iorque.

Setup:
Bustin Ratmobile
Rey Lite-Rey Trucks
RAD/Bustin Wheels

Song:
Rainbow Road - Skeleton Zoo

Filmed by:
Jeff Vyain, Chris Rivera

Edit:
Chris Rivera

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Equinox Ep 1: Interior

Primeiro episódio da nova serie dos caras da BCcollective que se chama Equinox.

Na tradução para o português: Equinócio

Na astronomia, equinócio é definido como o instante em que o Sol, em sua órbita aparente (como vista da Terra), cruza o plano doequador celeste (a linha do equador terrestre projetada na esfera celeste). Mais precisamente é o ponto no qual a eclíptica cruza o equador celeste. 

A palavra equinócio vem do latim, aequus (igual) e nox (noite), e significa "noites iguais", ocasiões em que o dia e a noite duram o mesmo tempo. Ao medir a duração do dia, considera-se que o nascer do Sol (alvorada ou dilúculo) é o instante em que metade do círculo solar está acima do horizonte, e o pôr do Sol (crepúsculo ou ocaso) o instante em que o círculo solar está metade abaixo do horizonte. Com esta definição, o dia e a noite durante os equinócios têm igualmente 12 horas de duração.

Os equinócios ocorrem nos meses de março e setembro quando definem mudanças de estação. Em março, o equinócio marca o início da primavera no hemisfério norte e do outono no hemisfério sul. Em setembro ocorre o inverso, quando o equinócio marca o início do outono no hemisfério norte e da primavera no hemisfério sul.

As datas dos equinócios variam de um ano para o outro, devido aos anos trópicos (o período entre dois equinócios de março) não terem exatamente 365 dias, fazendo com que a hora precisa do equinócio varie ao longo de um período de dezoito horas, que não se encaixa necessariamente no mesmo dia. O ano trópico é um pouco menor que 365 dias e 6 horas. Assim num ano comum, tendo 365 dias e - portanto - mais curto, a hora do equinócio é cerca de seis horas mais tarde que no ano anterior. Ao longo de cada sequência de três anos comuns as datas tendem a se adiantar um pouco menos de seis horas a cada ano. Entre um ano comum e o ano bissexto seguinte há um aparente atraso, devido à intercalação do dia 29 de fevereiro.

Também se verifica que a cada ciclo de quatro anos os equinócios tendem a se atrasar. Isto implica que, ao longo do mesmo século, as datas dos equinócios tendam a ocorrer cada vez mais cedo. Dessa forma, no século XXI só houve dois anos em que o equinócio de março aconteceu no dia 21 (2003 e 2007); nos demais, o equinócio tem ocorrido em 20 de março. Prevê-se que a partir de 2044 passe a haver anos em que o equinócio aconteça no dia 19. Esta tendência só irá se desfazer no fim do século, quando houver uma sequência de sete anos comuns consecutivos (2097 a 2103), em vez dos habituais três.

Devido à órbita da Terra, as datas em que ocorrem os equinócios não dividem o ano em um número igual de dias. Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio) viaja mais velozmente do que quanto está mais longe (afélio).


Dolomite Session

Enquanto a equipe da Eurotang estava em turnê pela Europa fizeram uma parada em Dolomite, norte da Itália. Alguns dos pilotos top da Orangatang voaram para baixo em algumas estradas incríveis. Resultado: freeride rápido e sorriso de orelha a orelha.

Andreas Preis - Deck Illustrator

O alemão Andreas Preis é ilustrador e além dos seus vários trabalhos para Adidas, DC Comics, ESPN, NIKE e... ele nos chamou atenção por suas ilustrações para a linha 2012 da Landyachtz.

Andreas Preis:
http://www.designerpreis.com/
http://www.behance.net/designerpreis









sábado, 13 de outubro de 2012

New York Longboard 3 - Perropro and Bustin Boards Custom Longboards

A parceria entre a Bustin Boards e a Produtora Perro rende mais um vídeo. Até o momento este está entre os meus preferidos. Esta é a estética visual do Longboard e skate em geral que mais gosto, cidade, concreto, rua. Na minha opinião este é o cenário perfeito e a Bustin consegue explora-lo como ninguém, saindo da estética mais comum que é a natureza e o clima praiano.

Longboards/Skateboards:
Bustin Boombox
Bustin Yoface
Bustin Ratmobile

Skaters:
Bruno Sirera
Toti Bicicleta
Prince Lang

Songs:
Flight Simulator - Prof Logik
There He Go - ScHoolboy Q
Field Trip - Shigeto

 

Evren Ozan On Fire - LBDR / ABEC 11 Longboarding

Potência, velocidade e estilo. Estas são as qualidades do rider Evren Ozan, que solto ladeira abaixo me provocou até um frio na barriga. Jéeeeesus que velocidade!   
Filmado e editado por: Nathan Bryant.

Rodinhas duradouras

 Para quem gosta de história essa sem dúvida é uma boa leitura. Este texto conta um pouco mais sobre a  trajetória do skate e como se tornou um esporte perseguido pelas "autoridades" brasileiras desde 1975 até os dias de hoje. Este texto foi escrito pelo historiador Leonardo Brandão e nos foi enviado pelo leitor e amigo Marcelo Buteri.



 “Surfinho”. Quando começou a ser praticado no Brasil, nos anos 1960, era assim que o skate também era conhecido. Criado na Califórnia, no fim do século XIX, como um novo brinquedo, quando o invento chegou por aqui ainda não havia o entendimento que se tem hoje do skatismo: um dos esportes radicais que mais atraem jovens de todo o mundo e que movimenta uma indústria milionária ligada à moda e ao comportamento juvenis.

Sua transposição mais efetiva para o mundo dos esportes só ocorreu após 1972, quando o engenheiro químico norte-americano Frank Nashworthy introduziu o poliuretano na fabricação das rodinhas do skate, tornando-as mais aderentes e capazes de alcançar velocidades incríveis. Antes, as rodas eram feitas de argila, ferro ou borracha. Além disso, alguns jovens californianos começaram a utilizar nesta prática os mesmos movimentos de corpo que faziam para pegar ondas no mar com suas pranchas de surfe. Assim, da união entre tecnologia e movimentos do surfe, o skate começou a ser visto como um esporte alternativo, conquistando muitos adeptos durante a segunda metade da década de 1970, inclusive no Brasil.


Embora tenha sido praticado em muitas cidades do país, na cidade de São Paulo ele se destaca por uma série de problemas relacionados ao seu uso no espaço urbano. De acordo com alguns depoimentos e reportagens em revistas existentes na época, a Rua Queiroz Guimarães, no bairro do Morumbi, foi um dos primeiros redutos desses jovens “radicais”. João Bruno Leonardo Júnior, mais conhecido como Bruno “Brown”, que fez parte dessas primeiras gerações de skatistas paulistanos, relata que começou nesta atividade em 1973, recordando que morava na Alameda Casa Branca, nos Jardins, tendo se iniciado no esporte por influência de um vizinho.



Em 1974, os skatistas começaram a procurar ladeiras com um bom asfalto. Foi assim que chegaram à Rua Queiroz Guimarães, que tinha o apelido de “tapetão” entre os praticantes do esporte. De lá eles desciam deslizando até o cruzamento com a Rua Francisco Morato. Mas logo começaram a ocorrer acidentes, tombos com graves consequências e a aglomeração de muitos jovens num mesmo local. Esses fatos contribuiram para provocar as primeiras das muitas coibições que esta atividade ainda teria em sua história. Após ter “feito a cabeça” de muitos jovens, o skate foi proibido na cidade em 1975. Nas palavras de Bruno “Brown”, “proibiram porque era muita gente andando, era tipo incontrolável. Deu muito acidente, morreu gente, o skate era muito pequeno... A Rua Queiroz Guimarães virou um centro, e os caras mandavam polícia lá direto. Porque o skate foi proibido mesmo. Saiu até no jornal, saiu no Estado de S. Paulo em 1975, nunca mais esqueci, a chamada era assim: ‘Skate: o esporte assassino proibido’. Aí teve essa confusão toda e fizeram a rua do lazer, que era a circular do bosque no Morumbi, e sábado e domingo colocavam cordas no início e no fim, e aí virou a rua do skate. E a gente andava lá”.

Diante desses acontecimentos, o jornalista Luiz Carlos Azevedo, em reportagem publicada na revista Manchete no dia 25 de outubro de 1975, descreveu as fortes repressões que os skatistas começaram a sofrer por praticarem um “esporte proibido”, destacando um episódio em que os praticantes “foram cercados por policiais armados de metralhadoras”. De acordo com a reportagem, no dia 21 de setembro de 1975, “soldados da PM cercaram, na Rua Queiroz Guimarães, no Morumbi, mais de 100 skatistas – entre rapazes e garotas – sob a mira de metralhadoras”. No relato de pessoas envolvidas no evento encontram-se frases como “um deles me apontava um revólver calibre 38, engatilhado, e o outro uma metralhadora, calibre 45, pronta para disparo”.




Com o surgimento das ruas de lazer e depois das pistas de skate, como a Wave Park, inaugurada no bairro de Santo Amaro, em São Paulo, em 1977, a prática começou a ser mais aceita socialmente, o que resultou na organização de campeonatos e em diversos textos em publicações voltadas para a juventude, como a revista Geração Pop, da Editora Abril, publicada entre novembro de 1972 e agosto de 1979.


Em meados da década de 1980, um novo episódio envolvendo a proibição da prática do skate voltou a ser manchete nos jornais da cidade. Diferentemente dos anos 1970 – quando a prática ainda exibia muito do visual e das técnicas que vinham do surfe –, a década de 1980 trouxe para esse universo uma série de outros elementos. Entre as novidades estavam a influência da cultura punk e o desenvolvimento do streetskate, modalidade na qual os esportistas passavam a interagir com diversos elementos da arquitetura urbana, como corrimãos, escadas, guias e paredes. Para se ter uma ideia da revolução ocorrida na época com esta prática, o skatista Fábio Bolota relembra que a roupagem do punk-rock “se incrustava nos praticantes de todo o mundo. No Brasil não foi diferente. Calça descolorida e rasgada, com a camiseta da banda preferida e um bracelete de pontas. Skate or Die! (Skate ou morte!) ou qualquer frase de efeito parecida estavam ecoando em cada quarteirão. Marcando muito bem essa atitude, o 2º Campeonato Brasileiro de Guaratinguetá foi um desfile de punks e simpatizantes. A cidade foi invadida por alfinetes e penteados que iam do moicano ao espigado ou pintado. Essa atitude começou a incomodar os moradores da pacata cidade, e logo depois eles entraram em guerra com os skatistas”.


Junto com o visual que vinha da cultura punk, a prática na rua – com skatistas pulando escadas e invertendo o sentido original dado pelos urbanistas aos espaços – começou a incomodar os transeuntes, e no caso de São Paulo, seu prefeito na época, o já popular Jânio Quadros. Em 1988, Jânio Quadros decidiu proibir definitivamente a prática do skate em São Paulo. O jornal Folha de S. Paulo, que cobriu passeatas e protestos de muitos praticantes do esporte, publicava opiniões contrárias à medida de Jânio, vista por muitos como conservadora, repressora, e que impedia o direito de ir e vir.


Cartas que chegavam às redações das publicações especializadas da época noticiavam o abuso das autoridades contra os skatistas e a repressão a esta prática esportiva. A revista Yeah!, de circulação nacional, chegou a adotar o slogan “Skate não é crime”. Diferentemente dessa medida conservadora de Jânio Quadros, sua sucessora na prefeitura de São Paulo, Luiza Erundina, assumiu uma postura mais progressista e prometeu legalizar novamente a atividade. Ela chegou a posar para fotos em cima de pranchas de skate, como pôde ser vista no Jornal da Tarde em 1990.



De lá pra cá, muita coisa mudou. Em 1995, por exemplo, por meio de um projeto de lei apresentado pelo deputado estadual Alberto Hiar, foi criado o Dia do Skate, comemorado em 3 de agosto. Mais recentemente, durante a gestão de Marta Suplicy como prefeita da cidade de São Paulo (2000-2004), foram construídas mais de 60 pistas públicas de skate dentro do projeto de revitalização de praças “centros de bairro” e nos centros educacionais unificados, conhecidos como CEUs.

Embora a prática de rua ainda exista e seja forte dentro dessa cultura, ela perde espaço na grande mídia para outras modalidades do skate que apresentam maior apelo visual, disciplina e alcance publicitário, como o que é praticado em pistas com rampas verticais, chamadas de half-pipe, e que podem ser representadas pela letra “U”. Televisionado como um esporte radical e contando com grande número de praticantes e simpatizantes, o skate chega ao século XXI apontado por algumas pesquisas como o segundo esporte mais praticado no país, atrás somente do futebol. Na edição de 2008 do campeonato de esportes radicais X-Games, que foi realizada em São Paulo, um público de mais de 40 mil espectadores assistiu às competições, dando ainda mais destaque ao skatismo enquanto uma cultura juvenil em forte ascensão na contemporaneidade.



Estudar o reconhecimento desta prática como esporte ou mesmo analisar sua criação como uma cultura jovem é avançar nos domínios ainda pouco explorados da história dos esportes radicais no Brasil.

LEONARDO BRANDÃO é historiador e autor da dissertação “Corpos deslizantes, corpos desviantes: a prática do skate e suas representações no espaço urbano (1972-1989)” (UFGD, 2007).


Saiba Mais - Bibliografia

FORTES, Rafael. “Os anos 1980, a juventude e os esportes radicais”. In: Mary Del Priore; Victor Andrade de Melo (orgs.). História do esporte no Brasil: do Império aos dias atuais. São Paulo: Editora da Unesp, 2009.

POCIELLO, Christian. “Os desafios da leveza: as práticas corporais em mutação”. In: Denise Bernuzzi de Sant’Anna (org.). Políticas do corpo: elementos para uma história das práticas corporais. São Paulo: Estação Liberdade, 1995.

BRITTO, Eduardo (org.) A Onda Dura: três décadas de skate no Brasil. São Paulo: Parada Inglesa, 2001.

Saiba Mais - Filme

“Dogtown and Z-boys: onde tudo começou”, de Stacy Peralta, 2001.
“Os reis de Dogtown”, de Catherine Hardwicke, 2005.
“Grito da rua: o vídeo”, de Davisom Brasileiro e Eduardo Dardenne, 1988.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Seismic Skate presents: Josh Mallin Wild Style

Mudando radicalmente de um assunto polêmico, vide último post, para este bem mais leve e divertido aonde não pude deixar de notar Josh Mallin e seu malabarismo que beira a insanidade. Ainda não tinha visto algo como o que acontece aos 0:55. Assustador!!! 

Setup: Red 80A Bootleg 70mm, Camber Kick Seismic Prototype Board

Videography and editing: Javier Tato
Animations and second videography: Laura Frade
Produced: Seismic Skate Systems
Music: Mr. Jacob - Better Stick Arround Me (Throwback)


"NÓS VAMOS INVADIR SUA PRAIA!!"

Em Vitória, Capital do Espírito Santo, parte da região Sudeste; Jornal "A Tribuna" e sua segunda manchete da capa de ontem:

"MINISTÉRIO PÚBLICO EXIGE HORÁRIO PARA PATINS E SKATE EM CAMBURI"


A praia de Camburi é a principal praia da cidade. Sofreu uma reforma de alguns milhões de reais e a partir disso sofreu uma renovação de público que foi de certa forma, inesperada.

Com cerca de 6 km de extensão, o calçadão virou febre e por conta da qualidade do piso, virou febre também entre os rollers (patins) e os skaters que ainda dividem o espaço com pedestres e ciclistas, que apesar da ciclovia muito bem feita, contam com alguns adeptos que preferem também utilizam o calçadão.

Diz o jornal que o Ministério Público recebeu queixas contra os rollers e os skaters. E que estes esbarram nas pessoas por andarem rápido demais (cool!) e que isso incomoda os transeuntes. Decidiram, então, que devem criar regulamentos e a proposta, até o momento, conta com a possibilidade de se limitar a prática destes esportes apenas após as 20:00 hrs.

Só podemos entender que nossa sociedade caminha a passos largos para o fim da convivência e tolerância.

Sempre tivemos consciência que viver em sociedade é ter bom senso e ocupar o mesmo espaço em um calçadão exige muita educação e paciência, não só de skaters, rollers, mas também de pedestres e bikers.

Todos em Vitória frequentam muito o calçadão e já presenciamos fatos como por exemplo uma pessoa de um determinado grupo de corrida esbarrar em uma outra pessoa que estava caminhando, pois esta parou bruscamente e virou para o lado. Já vimos bicicletas andando no calçadão dar uma trombada com um skate.

Apesar de ver alguns acontecimentos como estes, o resultado foi uma conversa, um aperto de mãos, um tapinha nas costas, um acordo para um conserto, um pedido de desculpas e cada um continuou na sua direção.

Hoje estamos cada vez mais espremidos em nossas cidades, muitos carros, muitas motos, muitos caminhões, porém, cidades como a nossa estão recebendo, também, novas modalidades de transporte alternativo: bicicletas, skates, patins. Conhecemos muitas pessoas que estão usando bike e skate como meio de transporte, o Klaus por exemplo. Como proibir este skater de passar por ali? Quem vai fiscalizar? 

Estão falando em limitar horário para skate e patins, dizendo que após ás 20 hrs estaríamos “liberados”. Não se engane, pois é justamente após esse horário que a maioria esmagadora dos skaters aparecem por lá, porque naturalmente sabemos que com muitas pessoas caminhando ou correndo não temos espaço para nos divertir.

Como fica aquele garoto que vai a escola pela manhã, tem suas aulas e outras atividades a tarde e lá para as 17 ou 16 hrs os pais liberam para dar um rolê. Às 20 horas ele tem que estar em casa. Simplesmente vocês vão tirar esse garoto do esporte que ele tanto gosta? 

Já pensaram no impacto econômico que uma medida desta pode causar? Lojas investiram na compra destes artigos esportivos e a indústria da água de coco. Sem falar do nosso turista que acaba encontrando um limite  em um dos nossos cartões postais.

Nós queríamos ver o MP agir em causas realmente importantes, como por exemplo os hospitais públicos, a segurança pública, desvios de verbas, a iluminação e o termino do próprio calçadão até o bairro Jardim Camburi.. Mas agora vão colocar rollers e skaters prá correr da praia? Essa praia foi feita para quem?

Nossa critica nem é tanto com relação ao MP, mas sim em relação a cabeça pequena da população de uma capital que poderia ser uma potência, mas desperdiça suas forças boicotando a si mesma. É triste constatar que já viramos piada por conta do fechamento dos supermercados aos domingos, agora estão querendo fechar as padarias aos domingos, sem falar no fechamento dos bares alguns meses atrás...

  
Ninguém quer machucar ninguém, mas acidentes podem acontecer, não estamos livres e não é por isso que devem proibir ou limitar uma atividade. Eduquem, façam uma campanha para criar um fluxo mais consciente de pessoas que caminham, que correm, que andam de patins, de skate, de bike e outros no calçadão.

Chego a pensar que ainda somos animais e que nossa sociedade continua caminhando sobre 4 patas. Por favor me provem o contrário!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Jaguariúna - Por Gabriel Klein

Foi sem dúvida um fim de semana agitado, festa, lançamento de decks, reuniões e planos para elevar este tal de Longboard para até aonde a vista alcança, e ela alcança...looooooonge.

O melhor estava guardado para o domingo, questões burocráticas resolvidas na noite anterior e pela frente só o café da manhã e a estrada. A viagem para conhecer a tão falada Jaguariúna a convite da turma da Colina Boards estava finalmente acontecendo. 

Eu, James, Renan e Rui pegamos a estrada e com a "ajuda" do nosso GPS e com algumas ligações para os patrões da Colina chegamos ao nosso objetivo. Bom, só posso dizer que aquele pedaço de Jaguariúna era uma verdadeira miragem, um oasis que a cada segundo se transformava em realidade.Varias ladeiras de diferentes tamanhos e inclinações, asfalto bem feito na grande maioria delas, e o melhor de tudo, sorrisos largos em cada rosto ali presente.

As fotos são todas do nosso grande amigo Gabriel Klein e mostram um pouco do que esse dia nos revelou, mas infelizmente as lentes não conseguem captar algo que se formou em muito pouco tempo de convivência entre todos nós: a amizade, lealdade, companheirismo e aquele compromisso que não foi dito, mas mesmo assim firmado. Estamos juntos! 

Obrigado a todos vocês que tornaram possível esse dia!

O álbum completo você vê aqui: http://www.flickr.com/photos/photoklein/sets/72157631739048114/with/8074453254/










Longboarding: Hot Days

Gijs Schalkx, não me perguntem como se pronuncia! Bom, este cara mostra boa técnica e bom gosto nas manobras de Dancing. Me apropriando de um ditado que diz:  "No Flow, Not cool!" eu assino Gijs é muito cool!!!!!  

Film: Peter van Melick http://www.theinvision.nl/
Rider: Gijs Schalkx
Soma deck, Randal 180's, 86a Orangatang stimulus
Song: Some Kind Of Nature - Gorillaz

Cris Punk entrevista Revista Vala

Cristiane Barbosa Andrigo, mais conhecida como “Cris Punk”, começou a andar de skate aos 20 anos de idade e desde então vem participando e ganhando campeonatos. O skate definitivamente é parte importante na sua vida, atuando também como meio de transporte. Confira esta entrevista e conheça um pouco mais desta rider brasileira.

Revista Vala: http://revistavala.com.br/
Segue também a última edição da revista Vala, com a entrevista, para leitura de vocês: